quinta-feira, 3 de junho de 2010
ia
sapo estranho
Centenas de pessoas se aglomeram na casa de Reji Kumar, na Índia, para rezar e pedir milagres. Quando Reji, de Thiruvananthapuram, na capital de Kerala, no sul da índia, avistou o sapo pela primeira vez, era fascinantemente branco. Depois mudou para amarelo e depois para cinza. O sapo que muda constantamente de cor é venerado com um Deus.
2. Rã Transparente
sapo estranho
Hyalinobatrachium pellucidum, também chamada como rã de vidro ou cristal, pois é completamente transparente. Não é nenhuma novidade, mas está definitivamente em extinção, então é a queridinha dos ambientalistas.
3. Sapo Atelopus
sapo estranho
Esse sapo é conhecido por diversos nomes tais como sapo palhaço ou sapo Harlequim da Costa Rica. Não importa como se chama, é neo-tropical e vive pela Costa Rica e Panamá. As espécies listadas estão em risco e vivem hoje basicamente no Panamá.
4. O menor sapo do mundo
sapo estranho
De uma forma geral, altitude alta significa animais grandes. Mas a menor espécie de sapo conhecida do mundo mora nas alturas das Montanhas do Andes, no Peru.
5. O maior sapo do mundo
sapo estranho
A rã-golias ou Conraua goliath é um dos maiores anfíbios da terra. Pode crescer até 33 cm do comprimento, e pesar 3kg. Esse animal vive em um habitat relativamente pequeno, principalmente na África Ocidental (perto de Gabon). Essa espécie pode viver até 15 anos, e se alimenta de escorpiões, insetos e rãs/sapos menores. Elas podem escutar, mas não coaxam.
6. Rã dourada de Madagascar
sapo estranho
A sugestão do nome é em função do dorso laranja/vermelho. Essas rãs são pequenas com 2,5 cm de comprimento. É uma rã terrestre e nativa do Madagascar.
7. Rã da Flecha Venenosa
sapo estranho
Essa rã é nativa da América Central e do Sul, possui a cor azul safira e é da família Dendrobatidae. Diferente de outras rãs, essas são espécies ativas no dia de hoje, e exibem uma cor brilhante em seu corpo.
As dendrobatids são tóxicas, sendo que os níveis de toxicidade são variáveis entre as espécies, e de uma população para outra.
Muitas espécies estão em risco. Esses anfíbios são constantemente chamados de “rãs flechas”, devido aos ameríndios que usavam suas secreções tóxicas para envenenar suas flechas e caçar animais maiores.
8. Sapo de Chifre
sapo estranho
Esse sapo pode crescer até 15 cm e habitar o Uruguai, Brasil e norte da Argentina. Mesmo dando a impressão de ser parado, é rápido para dar o bote em lagartos, roedores pequenos, pássaros ou outras rãs.
9. Sapo Leopardo
sapo estranho
O Sapo Leopardo do Norte é considerado uma espécie incomum, crescendo até 9 cm. Seu dorso tem uma coloração de marrom a verde escuro com manchas circulares com bordas claras.
10. Rã musgo vietnamita
sapo estranho
A Theloderma corticale ou rã musgo vietnamita é da família Rhacophoridae. É encontrada no Vietnã e possivelmente na China. Seu habitat natural é subtropical ou florestas tropicais úmidas. O nome popular da rã musgo surgiu pelo fato dela ter a pele pintada de verde e preto que lembra musgo, servindo também como camuflagem. Algumas pessoas têm essa rã como bicho de estimação, o preço dela é de U$45 a U$75.
[Oddee]
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sapo estranho
Centenas de pessoas se aglomeram na casa de Reji Kumar, na Índia, para rezar e pedir milagres. Quando Reji, de Thiruvananthapuram, na capital de Kerala, no sul da índia, avistou o sapo pela primeira vez, era fascinantemente branco. Depois mudou para amarelo e depois para cinza. O sapo que muda constantamente de cor é venerado com um Deus.
2. Rã Transparente
sapo estranho
Hyalinobatrachium pellucidum, também chamada como rã de vidro ou cristal, pois é completamente transparente. Não é nenhuma novidade, mas está definitivamente em extinção, então é a queridinha dos ambientalistas.
3. Sapo Atelopus
sapo estranho
Esse sapo é conhecido por diversos nomes tais como sapo palhaço ou sapo Harlequim da Costa Rica. Não importa como se chama, é neo-tropical e vive pela Costa Rica e Panamá. As espécies listadas estão em risco e vivem hoje basicamente no Panamá.
4. O menor sapo do mundo
sapo estranho
De uma forma geral, altitude alta significa animais grandes. Mas a menor espécie de sapo conhecida do mundo mora nas alturas das Montanhas do Andes, no Peru.
5. O maior sapo do mundo
sapo estranho
A rã-golias ou Conraua goliath é um dos maiores anfíbios da terra. Pode crescer até 33 cm do comprimento, e pesar 3kg. Esse animal vive em um habitat relativamente pequeno, principalmente na África Ocidental (perto de Gabon). Essa espécie pode viver até 15 anos, e se alimenta de escorpiões, insetos e rãs/sapos menores. Elas podem escutar, mas não coaxam.
6. Rã dourada de Madagascar
sapo estranho
A sugestão do nome é em função do dorso laranja/vermelho. Essas rãs são pequenas com 2,5 cm de comprimento. É uma rã terrestre e nativa do Madagascar.
7. Rã da Flecha Venenosa
sapo estranho
Essa rã é nativa da América Central e do Sul, possui a cor azul safira e é da família Dendrobatidae. Diferente de outras rãs, essas são espécies ativas no dia de hoje, e exibem uma cor brilhante em seu corpo.
As dendrobatids são tóxicas, sendo que os níveis de toxicidade são variáveis entre as espécies, e de uma população para outra.
Muitas espécies estão em risco. Esses anfíbios são constantemente chamados de “rãs flechas”, devido aos ameríndios que usavam suas secreções tóxicas para envenenar suas flechas e caçar animais maiores.
8. Sapo de Chifre
sapo estranho
Esse sapo pode crescer até 15 cm e habitar o Uruguai, Brasil e norte da Argentina. Mesmo dando a impressão de ser parado, é rápido para dar o bote em lagartos, roedores pequenos, pássaros ou outras rãs.
9. Sapo Leopardo
sapo estranho
O Sapo Leopardo do Norte é considerado uma espécie incomum, crescendo até 9 cm. Seu dorso tem uma coloração de marrom a verde escuro com manchas circulares com bordas claras.
10. Rã musgo vietnamita
sapo estranho
A Theloderma corticale ou rã musgo vietnamita é da família Rhacophoridae. É encontrada no Vietnã e possivelmente na China. Seu habitat natural é subtropical ou florestas tropicais úmidas. O nome popular da rã musgo surgiu pelo fato dela ter a pele pintada de verde e preto que lembra musgo, servindo também como camuflagem. Algumas pessoas têm essa rã como bicho de estimação, o preço dela é de U$45 a U$75.
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Sapo verdadeiro
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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O artigo ou secção Sapo deverá ser fundido neste artigo ou secção.
Se não concorda, discuta sobre esta fusão na página de discussão deste artigo.
Como ler uma caixa taxonómicaBufonidae
Bufo viridis
Bufo viridis
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Amphibia
Ordem: Anura
Família: Bufonidae
Gray, 1825
Distribuição geográfica
Distribuição da família Bufonidae (em preto)
Distribuição da família Bufonidae (em preto)
Géneros
35, ver texto
Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Commons Imagens e media no Commons
Wikispecies Wikispecies
* Commons
* Wikispecies
Os sapos verdadeiros são membros da família Bufonidae (sapos), pertencente à ordem Anura (rãs e sapos). Eles são a única família de anuros cujos membros todos são conhecidos como "sapos". Os bufonídeos compreendem agora mais de 35 gêneros, Bufo sendo o mais difundido e bem conhecido.
[editar] Características
Sapos verdadeiros são difundidos e ocorrem nativamente em todos os continentes, exceto Austrália e Antártica, habitando ambientes variados, de áreas áridas a florestas úmidas. O sapo se distingue da rã pelas membranas interdigitais pouco desenvolvidas e pela pele mais seca e rugosa. Geralmente, vive em ambiente mais seco. A maioria bota ovos em sequências de pares, os quais eclodem em girinos, embora no gênero Nectophrynoides os eclodam diretamente em sapos em miniatura.[1]
Sapos verdadeiros são sem dentes e geralmente com verrugas em aparência, e têm um par de glândulas parotóides na parte de trás de suas cabeças. Estas glândulas contêm um veneno alcaloide o qual os sapos excretam quando estressados. O veneno nas glândulas contém um número de toxinas causantes de diferentes efeitos. Bufotoxina é um termo geral, entretanto diferentes animais contêm significativamente diferentes substância e proporções de substâncias. Alguns, feito o sapo cururu Bufo marinus, são mais tóxicos que outros. Alguns "sapos psicoativos",
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Como ler uma caixa taxonómicaBufonidae
Bufo viridis
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Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Amphibia
Ordem: Anura
Família: Bufonidae
Gray, 1825
Distribuição geográfica
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Os sapos verdadeiros são membros da família Bufonidae (sapos), pertencente à ordem Anura (rãs e sapos). Eles são a única família de anuros cujos membros todos são conhecidos como "sapos". Os bufonídeos compreendem agora mais de 35 gêneros, Bufo sendo o mais difundido e bem conhecido.
[editar] Características
Sapos verdadeiros são difundidos e ocorrem nativamente em todos os continentes, exceto Austrália e Antártica, habitando ambientes variados, de áreas áridas a florestas úmidas. O sapo se distingue da rã pelas membranas interdigitais pouco desenvolvidas e pela pele mais seca e rugosa. Geralmente, vive em ambiente mais seco. A maioria bota ovos em sequências de pares, os quais eclodem em girinos, embora no gênero Nectophrynoides os eclodam diretamente em sapos em miniatura.[1]
Sapos verdadeiros são sem dentes e geralmente com verrugas em aparência, e têm um par de glândulas parotóides na parte de trás de suas cabeças. Estas glândulas contêm um veneno alcaloide o qual os sapos excretam quando estressados. O veneno nas glândulas contém um número de toxinas causantes de diferentes efeitos. Bufotoxina é um termo geral, entretanto diferentes animais contêm significativamente diferentes substância e proporções de substâncias. Alguns, feito o sapo cururu Bufo marinus, são mais tóxicos que outros. Alguns "sapos psicoativos",
Sapo garimpeiro
A História conta dezenas de casos nos quais os animais foram, de alguma forma, capazes de predizer quando ocorreria um terremoto. O ser humano tem até procurado se cercar de outras espécies que possam dar alertas em caso de um tremor, no entanto, ainda não descobrimos o animal adequado. Agora aparece um novo candidato em potencial: os sapos.
A hipótese foi levantada após que uma colônia completa de sapos fugiu da localidade de L'Aquila (Itália), três dias antes de que ocorresse um terremoto em 2009. Rachel Grant, bióloga da Universidade Aberta de Milton Keynes estava fazendo um estudo de rotina sobre o comportamento dos sapos no momento em que ocorreu o sismo. Grant notou um comportamento inusual: cinco dias antes do tremor, a população de sapos machos na colônia decaiu em 96%, enquanto três dias antes do terremoto, a colônia inteira havia se retirado.
Ainda não está claro como é que os sapos percebem a chegada de um terremoto, sobretudo porque conduzir este tipo de experimento é praticamente impossível pela imprevisibilidade dos movimentos telúricos. Ainda que parece uma mais pareça uma piada sem graça, a informação é valiosa porque é muito difícil estudar o comportamento de animais selvagens antes, durante e após um terremoto.
Ainda que outros animais sejam conhecidos por pressentir os tremores, é surpreendente o tempo de anterioridade da predição dos sapos. Enquanto peixes, ratos e cobras são capazes de captar um terremoto momentos antes, estes anfíbios poderiam funcionar como um sistema de detecção temporão. Os cientistas especulam que os sapos poderiam sentir mudanças atmosféricas, tais como a liberação de gás radônio, ou variações nas ondas gravitacionais.
A História conta dezenas de casos nos quais os animais foram, de alguma forma, capazes de predizer quando ocorreria um terremoto. O ser humano tem até procurado se cercar de outras espécies que possam dar alertas em caso de um tremor, no entanto, ainda não descobrimos o animal adequado. Agora aparece um novo candidato em potencial: os sapos.
A hipótese foi levantada após que uma colônia completa de sapos fugiu da localidade de L'Aquila (Itália), três dias antes de que ocorresse um terremoto em 2009. Rachel Grant, bióloga da Universidade Aberta de Milton Keynes estava fazendo um estudo de rotina sobre o comportamento dos sapos no momento em que ocorreu o sismo. Grant notou um comportamento inusual: cinco dias antes do tremor, a população de sapos machos na colônia decaiu em 96%, enquanto três dias antes do terremoto, a colônia inteira havia se retirado.
Ainda não está claro como é que os sapos percebem a chegada de um terremoto, sobretudo porque conduzir este tipo de experimento é praticamente impossível pela imprevisibilidade dos movimentos telúricos. Ainda que parece uma mais pareça uma piada sem graça, a informação é valiosa porque é muito difícil estudar o comportamento de animais selvagens antes, durante e após um terremoto.
Ainda que outros animais sejam conhecidos por pressentir os tremores, é surpreendente o tempo de anterioridade da predição dos sapos. Enquanto peixes, ratos e cobras são capazes de captar um terremoto momentos antes, estes anfíbios poderiam funcionar como um sistema de detecção temporão. Os cientistas especulam que os sapos poderiam sentir mudanças atmosféricas, tais como a liberação de gás radônio, ou variações nas ondas gravitacionais.
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